terça-feira, 16 de agosto de 2011
Adoro ficar por cima
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Confessions of a Bad girl
Hoje fui até à praia.
Estendi a minha toalha na areia, e retirei o meu vestido.
Enquanto procurava pelo creme protector perdido dentro da mala, dou pela chegada de um homem de seus quarentas e tais que igualmente estende a sua toalha próximo de mim.
Aplico o protector por todo o meu corpo com massagens suaves, adoro espalhar creme por todo o meu corpo.
Deito-me e acendo um cigarro enquanto olho para o mar, chega outro homem mais ou menos da mesma idade do primeiro, e pousa a sua toalha mais a baixo mas também perto de mim. Olha para mim de relance, enquanto despe os calções e fica de tanga justa, não deixo de reparar no volume por debaixo da sua tanga, desvio o rosto apago o cigarro e deito-me encostando a cabeça para trás.
Deitada de barriga para cima, recebo o toque dos raios de sol sobre a minha pele. Tenho vontade de tirar a parte de cima do meu biquini se pudesse tirava-o todo, adoro a sensação de liberdade de estar nua, sentir o sol o vento sobre o meu corpo nu, mas não, a praia está cheia de famílias e crianças e estes dois homens próximos de mim.
Viro-me ao contrário e deito-me de barriga para baixo e reparo que tanto um como o outro estavam a olhar para mim mas depois desviaram, não ligo e deito-me. Continuo a sentir-me observada, tento não ligar. Ajeito a areia de maneira a não magoar o meu peito, e um deles a olhar. Deito-me. Bebo água e está o outro a olhar. Acendo um cigarro e sento-me. Um põem-se a ler e o outro deita-se de barriga para baixo. Confesso que começo a sentir um certo gozo. Que será que estão a pensar, de certeza que estão a gostar do que estão a ver.
Levanto-me e satisfeita com o que está a acontecer dirijo-me para a água com um certo movimento de anca, pois sei que estão a olhar para mim.
Mergulho várias vezes, levo com várias ondas em cima e por várias vezes a parte de cima do meu biquini, que é cai-cai, desliza e cai, deixando ficar ora com o mamilo ora com a mama de fora, o que finjo que não me apercebi do que aconteceu e só o ponho no lugar passado um pouco com toda a calma, pois eu sei que eles estão a olhar, e devem estar a gostar.
Saio da água com o meu corpo todo brilhante de estar molhado,e dirijo-me para a minha toalha, passo por um deles ajeito as minhas mamas e ele levanta-se e vai para a água. Baixo-me para apanhar a toalha num movimento em que espeto o meu rabo na direcção do outro e sinto o biquini a fugir e a ficar com um dos meus lábios de fora. Seco-me e deito-me e acendo o cigarro.
O outro volta, e começa a agarrar nos seus pertences para ir embora, mas não vai, sobe mais um bocado e deita-se atrás de mim.
Deito-me de barriga para baixo e olho para ele, pele bronzeada sem pelos. Fiquei com uma vontade enorme de me deitar sobre ele, de sentir o meu corpo molhado a deslizar no seu corpo molhado, de poder o massajar, de poder tirar aquela tanga e poder massajar a sua encolhida virilidade até ela crescer.
Baixo a cabeça para não olhar e não pensar mais,começo a sentir-me irrequieta e começo a por creme em mim e a massajar-me a mim mesma.
O do livro pára de ler e fica a olhar, dou por mim a enfiar a mão por de baixo do top e a massajar as mamas, as pernas o rabo, deito-me de barriga para cima e começo lentamente a abrir e a fechar as pernas, enquanto penso e imagino, ele a largar o livro e a vir ter comigo, deitar-se sobre mim e dizer-me que não aguenta mais e que me vai foder ali mesmo. Afasta-me o biquini e enfia o seu enorme e teso pau dentro dentro de mim, e fode-me com toda a força, imagino o seu caralho a deslizar a entrar e a sair de mim, imagino-o a agarrar-me com força os braços enquanto nos vimos selvaticamente num grito.
Sento-me e acendo outro cigarro, e penso na massagem que fazia a bela pila do homem de tanga, e como deliciosamente a chupava e a enfiava toda dentro de mim e a cavalgava que nem uma doida em cima dela, até o fazer vir e esporrar-se todo dentro de mim.
Sinto-me toda molhada e a ter um orgasmo.
Levanto-me, visto-me, com os seus olhares sobre mim, o que será que estão a pensar, será que se vão masturbar enquanto pensam em mim? Espero bem que sim...
segunda-feira, 13 de junho de 2011
...knot of love...
"So sweet and delicious do I become,
when I am in bed with a man
who, I sense, loves and enjoys me,
that the pleasure I bring excels all delight,
so the knot of love, however tight
it seemed before, is tied tighter still."
— Veronica Franco (Poems and Selected Letters)
domingo, 12 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
Tinha saudades tuas.
Sempre que a campainha da porta toca, corro para ver se és tu. Todos os dias á mesma hora, encho a banheira, visto aquela lingerie preta transparente que tanto gostas, ponho o disco a tocar... e tu não apareces. Abro a garrafa de vinho agarro num copo e vou para a banheira, entro para dentro da banheira com a tua lingerie preferida. A água já está fria e arrepio-me, dou um gole no vinho .Bebo um copo, dois acabo a garrafa. O disco á muito que deixou de tocar. Sinto frio, saio da banheira e arrasto o meu corpo molhado a pingar, agarro um cigarro acendo e dirijo-me pingando para o quarto. Acendo duas velas que estão junto da janela e dispo-me, tiro a tua lingerie preferida e largo ensopada para o chão. Tremo de frio enquanto olho para o brilho da luz das velas no meu corpo nu e molhado.
Meu corpo tinha saudades do teu toque,o teu doce suave e quente toque de quando fazíamos amor.
Deito-me na cama e enrolo-me no lençol enquanto fumo o cigarro. Mais uma vez não apareces e apago o meu cigarro.
Sempre que a campainha da porta toca, corro para ver se és tu. Todos os dias á mesma hora, encho a banheira, visto aquela lingerie preta transparente que tanto gostas, ponho o disco a tocar... e tu não apareces. Abro a garrafa de vinho agarro num copo e vou para a banheira, entro para dentro da banheira com a tua lingerie preferida. A água já está fria e arrepio-me, dou um gole no vinho .Bebo um copo, dois acabo a garrafa. O disco á muito que deixou de tocar. Sinto frio, saio da banheira e arrasto o meu corpo molhado a pingar, agarro um cigarro acendo e dirijo-me pingando para o quarto. Acendo duas velas que estão junto da janela e dispo-me, tiro a tua lingerie preferida e largo ensopada para o chão. Tremo de frio enquanto olho para o brilho da luz das velas no meu corpo nu e molhado.
Meu corpo tinha saudades do teu toque,o teu doce suave e quente toque de quando fazíamos amor.
Deito-me na cama e enrolo-me no lençol enquanto fumo o cigarro. Mais uma vez não apareces e apago o meu cigarro.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
Confessions of a Bad girl
Apareces a minha frente e eu tremo.
-Estás com frio? pergunta-me; aceno que não.
Ao som de cada uma das suas palavras da sua voz, tremo ainda mais, como se tivesse medo.
-Que foi? e abraça-me com força.ao qual mais tremo.
Beija-me suavemente no rosto, e diz que o que quer que me tenha assustado, já passou.
-Estou aqui junto a ti, não tens que ter medo.
Aceno que não enquanto dirijo as minhas tremulas mãos para o seu rosto, e levemente o acaricio-o, puxo para junto do meu rosto e beijo-o.
O toque quente e confortável dos seus lábios contra os meus acalma-me. Nossas línguas e saliva acariciam-se, tocam-se, e deslizam uma na outra num longo e doce beijo.
Levo as mãos a tua nuca, e com a ponta dos dedos brinco com o teu cabelo e toco ao de leve na pele do teu pescoço e beijo-a.
Volto a tua boca, nossas línguas cada vez mais enroladas, retiro-te o chapéu da cabeça e agarro com força no teu cabelo.
A tua mão percorre o meu peito e procura entrar pelo decote e agarrar-me uma mama. Suspiras quando a encontras, agarras e massajas com delicia, apertando e espremendo, ora uma ora a outra. Puxas uma das
alças do vestido para baixo, e uma mama aparece. Levas o teu doce beijo par junto dela, a tua língua brinca com meu teso mamilo, dando pequenas dentadas. Dentadas essas, que me põem ofegante, tu sentes e provocas-me com uma dentada maior.
Grito e olhas para mim, uma pequena gota de sangue escorre do meu mamilo pelo meu seio.
Sento-me no teu colo de frente para ti, enquanto puxo o meu longo vestido preto para cima.
Abro o fecho das tuas calças e imediatamente algo salta cá para fora, a tua longa e tesa virilidade.
Agarro-a e brinco com ela, ao mesmo tempo que as nossas línguas brincam uma com a outra. enquanto nos beijamos com paixão, as minhas duas mãos acariciam a tua pila, com um suave toque de sobe e desce continuo, em que velocidade e toque tem tendência para a aumentar.
Completamente excitada não resisto e afasto as minhas cuecas, puxo a sua pila de encontro a mim, e enfio-a dentro de mim.
Ao entrares dentro de mim soltas um gemido junto ao meu ouvido, e perguntas se quero voltar a tremer outra vez? Ao que aceno com a cabeça que sim.
Sentada em cima dele com a sua pila dentro de mim, começo a mover as ancas para cima e para baixo, de modo a sentir o seu pau viril a deslizar dentro da minha conhinha. Freneticamente, ele entra também nessa dança, enquanto me aperta as mamas e nos beijamos.
Começamos a mover cada vez mais rápido, eu começo a sentir, novamente, pequenos tremores em todo o meu corpo. tremo imenso cada vez que sinto a tua pila mais fundo dentro de mim, e quando o teu dedo brinca com o meu clitóris. Sinto-me a vir, a deixar de sentir o meu corpo, a deixar de ver, mas só a sentir um forte tilintar, a querer desmaiar a não conseguir respirar. Ele fode-me com tal paixão que toda eu tremo, sinto como se algo explodisse dentro de mim, ouço a arfar junto do meu ouvido.
Começo a acordar e dou conta que ambos nos viemos ao mesmo tempo.
Deixamos-nos ficar abraçados um no outro, com o seu pau dentro de mim.
Num beijo doce e guloso, levanto-me e sento-me a seu lado.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Anseio
Aquele encontro rápido, em que ninguém nos pode ver.
Escondidos, beijamos com loucura com tesão, estávamos loucos, eu queria, tu querias me.
A tua mão por debaixo das minhas cuecas, o teu pau que salta, a minha mão que o agarra e o puxa de encontro e o insere dentro da minha húmida ratinha.
Com rapidez e imenso apetite fodemos, escondidos de todos fodemos.
Fazes me vir, tu vens te dentro de mim.
Tu foges eu fujo.
Anseio pela próxima vez.
Escondidos, beijamos com loucura com tesão, estávamos loucos, eu queria, tu querias me.
A tua mão por debaixo das minhas cuecas, o teu pau que salta, a minha mão que o agarra e o puxa de encontro e o insere dentro da minha húmida ratinha.
Com rapidez e imenso apetite fodemos, escondidos de todos fodemos.
Fazes me vir, tu vens te dentro de mim.
Tu foges eu fujo.
Anseio pela próxima vez.
domingo, 1 de maio de 2011
Confessions of a Bad girl
O telefone começou a tocar, num sobressalto fiquei parada a olhar.
É ele, o meu corpo todo estremeceu na antecipação do que estava para acontecer. A memoria da ultima vez que estivemos juntos, o êxtase o frenesim as fodas doidas, os dias e noites enrolados um no outro.Não consegui mexer- me, a memoria das suas mãos a estrangular-me,senti desfalecer.
Dei um passo em direcção ao telefone e com a mão tremula agarrei o auscultador.
Era ele, aquela voz rouca do outro lado, era mesmo ele outra vez.
-Quero- te, quero muito estar contigo, vou ai ter.
Não consegui falar com a respiração ofegante, eu toda tremia. Levei uma mão ao peito e comecei a acaricia-lo com força.
-Não dizes nada? Eu ouço a tua respiração, sei que queres tanto quanto eu. Vou imediatamente para ai.
Desligou.
Larguei o auscultador e continuei a acariciar me, a ideia de ele chegar a qualquer momento deixou-me loucamente excitada. Com alguma dificuldade retirei o vestido e dirigi- me para o sofá, deitei-me no sofá e continuei a acariciar as mamas com bastante vigor, puxei do soutien e continuei as a amassar. Deito-me e sinto as cuecas todas molhadas e começo com pequenos movimentos espasmicos na zona da pélvis.
Enfio a mão por debaixo das cuecas, sinto que estou toda molhada, começo a fazer deslizar a mão para cima e para baixo insistindo com um pouco mais de força no clitóris, acelero um pouco mais, torço e gemo baixinho. Tiro as cuecas que puxam um enorme fio do meu mel. Penetro me a mim própria com o dedo, para dentro e para fora aumentando o ritmo. Fico com a mão molhada e esfrego na mama, volto outra vez ao clitóris tilintando que me deixa numa nervosa tremedura prestes a culminar, quando toca a campainha da porta.
Dirijo-me nua e ofegante para a entrada, rodo a chave, a porta abre-se, e ele entra, agarrando -me com força empurra-me contra a parede encosta o seu corpo junto ao meu, sinto a sua enorme virilidade tesa. Beija-me com paixão, nossas línguas enroladas.
As minhas mãos começam a despi-lo.
Com a camisa caída no chão beijo-o o peito e o pescoço, enquanto as minhas mãos desapertam o cinto e a braguilha e puxa-lhe das calças para baixo, agarro a virilidade massajando-a, puxo as boxers para baixo, agarro a sua enorme pila e masturbo-o.
Fica louco e gemendo levanta me, empurra me contra a parede o enfia a sua grande pila dentro de mim.
Recebo-a com um louco grito que o deixa mais doido ainda, começa a foder-me com grande vigor e rapidez.
O seu caralho entra e sai da minha conhinha com imensa perfeição e ligeireza, beijamos com paixão e fervor.
Sinto o corpo a tremer começo a deixar de ouvir, ouço só os seus gemidos junto a minha orelha. A pila entra, ela sai, entra sai entra sai entra sai entra sai entra sai, minhas costas a bater contra a parede, os corpos suados,e a pila que me fode com tanta força. Começamos a sentir um enorme tremor no corpo, começo a gritar e a gemer e a soluçar, quase a desmaiar sinto a vir-se todo dentro de mim, e venho-me eu também. Agarrada a ele,arrasta-me para o sofá onde caímos e nos deixamos ficar enrolados um no outro, completamente transpirados, em longos e melosos beijos.
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