domingo, 1 de maio de 2011

Confessions of a Bad girl






O telefone começou a tocar, num sobressalto fiquei parada a olhar.
  É ele, o meu corpo todo estremeceu na antecipação do que estava para acontecer. A memoria da ultima vez que estivemos juntos, o êxtase o frenesim as fodas doidas, os dias e noites enrolados um no outro.Não consegui mexer- me, a memoria das suas mãos a estrangular-me,senti desfalecer.
 Dei um passo em direcção ao telefone e com a mão tremula agarrei o auscultador.


Era ele, aquela voz rouca do outro lado, era mesmo ele outra vez.
-Quero- te, quero muito estar contigo, vou ai ter.
Não consegui falar com a respiração ofegante, eu toda tremia. Levei uma mão ao peito e comecei a acaricia-lo com força.
-Não dizes nada? Eu ouço a tua respiração, sei que queres tanto quanto eu. Vou imediatamente para ai.
Desligou.
Larguei o auscultador e continuei a acariciar me, a ideia de ele chegar a qualquer momento deixou-me loucamente excitada. Com alguma dificuldade retirei o vestido e dirigi- me para o sofá, deitei-me no sofá e continuei a acariciar as mamas com bastante vigor, puxei do soutien e continuei as a amassar. Deito-me e sinto as cuecas todas molhadas  e começo com pequenos movimentos espasmicos na zona da pélvis.


Enfio a mão por debaixo das cuecas, sinto que estou toda molhada, começo a fazer deslizar a mão para cima e para baixo insistindo com um pouco mais de força no clitóris, acelero um pouco mais, torço e gemo baixinho. Tiro as cuecas que puxam um enorme fio do meu mel. Penetro me a mim própria com o dedo, para dentro e para fora aumentando o ritmo. Fico com a mão molhada e esfrego na mama, volto outra vez ao clitóris tilintando que me deixa numa nervosa tremedura prestes a culminar, quando toca a campainha da porta.
 Dirijo-me nua e ofegante para a entrada, rodo a chave, a porta abre-se, e ele  entra, agarrando -me com força empurra-me contra a parede encosta o seu corpo junto ao meu, sinto a sua enorme virilidade tesa. Beija-me com paixão, nossas línguas enroladas.




As minhas mãos começam a despi-lo.
Com a camisa caída no chão beijo-o o peito e o pescoço, enquanto as minhas mãos desapertam o cinto e a braguilha e puxa-lhe das calças para baixo, agarro a virilidade massajando-a, puxo as boxers para baixo, agarro a sua enorme pila e masturbo-o.
Fica louco e gemendo levanta me, empurra me contra a parede o enfia a sua grande pila dentro de mim.
Recebo-a com um louco grito que o deixa mais doido ainda, começa a foder-me com grande vigor e rapidez.
O seu caralho entra e sai da minha conhinha com imensa perfeição e ligeireza, beijamos com paixão e fervor.
Sinto o corpo a tremer começo a deixar de ouvir, ouço só os seus gemidos junto a minha orelha. A pila entra, ela sai, entra sai entra sai entra sai entra sai entra sai, minhas costas a bater contra a parede, os corpos suados,e a pila que me fode com tanta força. Começamos a sentir um enorme tremor no corpo, começo a gritar e a  gemer e a soluçar, quase a desmaiar sinto a vir-se todo dentro de mim, e venho-me eu também. Agarrada a ele,arrasta-me para o sofá onde caímos e nos deixamos ficar enrolados um no outro, completamente transpirados, em longos e melosos beijos.




1 comentário:

  1. em algumas destas fotos, sente-se a viagem na face, noutras a indiferença, só que no amor e no sexo não ficamos indiferentes!

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