segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Confessions of a Bad girl
Ontem á noite fui sair!
Estava farta de estar em casa, aproveitei que finalmente não chovia e fui dar uma volta, ir ao bar do costume beber uns copos.
Imensas pessoas na rua , tudo já com um ligeiro nível de embriaguez, parei no primeiro bar pedi uma sangria branca, vim cá para fora sentar-me no degrau da entrada da casa ao lado, e acendo um cigarro.
Enquanto fumo vou observando as pessoas á minha volta, um vazio. Vou buscar outra sangria, e continuo a observar, todos a falar muito alto a rirem, um casal praticamente a comerem- se um ao outro num canto, e o vazio outra vez. Depois de uns cigarros e umas quantas sangrias, decido voltar a caminhar,entro noutro bar,cheio, e vou buscar uma vodka,tento sair entre a multidão, uma mão acaricia meu rabo e grita não vás embora fica aqui. Dou razão a voz e deixo- me ficar, encosto a um canto enquanto bebo e ouço a musica, sinto uma certa vontade de dançar. Outra vodka outro cigarro e danço, danço, danço, começo a sentir- me solta e as formas a minha volta a serem vultos e formas trementes. A voz outra vez atrás de mim, afinal ficaste por cá, vou buscar uma bebida para os dois.Volta com as bebidas, bebo, sinto liquido fresco a descer pela minha garganta, a boca dele quente junto á minha , beijamo- nos com ardor, as suas mãos agarram as minhas mamas com força, as nossas línguas enroladas uma na outra, o gosto da boca dele, a mão que desce e anda por debaixo da minha saia, um golo na bebida, a mão á volta das minhas cuecas, o dedo que entra por debaixo das minhas cuecas e que vai ao encontro da minha cona, bebo a bebida toda beijo e peço por outra, ele vira costas para a ir buscar e eu fujo.
Outra vez na rua, ando um bom bocado, acendo um cigarro e continuo a andar a fugir sempre a fugir.
Ando, ando e ando até cair, deixo me ficar sentada no chão, sinto- me tonta, descanso e acendo outro cigarro. Não posso continuar a fugir, deito- me a pensar com a saia a cair para um canto fico com as cuecas húmidas todas de fora, começo a acariciar o meu peito, a tontura a embriaguez, puxo a t-shirt para cima e fico com as mamas de fora e continuo a acaricia-las, levo a mão até á minha cona toda molhada da loucura da embriaguez, acaricio-a , enfio o dedo por ela dentro,devagar enfio volto a tirar enfio volto a tirar cada vez mais rápido e parando de vez em quando para massajar uma meu clitóris, começo a tremer e a gemer baixinho, estou quase a me vir.
Semi nua caida no chão num canto escondido da rua, venho-me com a força dos meus dedos a brincar com a minha coninha,completamente embriagada a poucos metros de uma rua de bares bastante habitada. Ninguém ouviu os meus gritos de prazer.Os meus loucos gritos de prazer.
Levantei-me, ajeitei a roupa e fui-me embora cambaleante voltei para o bar. Preciso de mais uma bebida, e espero que aquela voz continue por lá...
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