domingo, 27 de março de 2011
Confessions of a Bad girl
Sentir a areia nos meus pés, o sol quente sobre o meu corpo, a agua fresca do mar.
Sozinha na praia a apreciar o mar a companhia do livro e de um cigarro.
Espalho o creme sobre o meu corpo, detesto sentir o biquini molhado, por isso visto só uma tanga e deixo as mamas de fora para serem acariciadas pelo sol.
Deito me a apreciar o toque quente do sol na minha pele. Sinto me a ser embalada pelo som do mar, e deixo me ficar.
-Olá!
-Posso sentar ao pé de ti? Ouço como uma voz ao de longe.
Abro os olhos e vejo-o ao pé de mim.
-Olá!
-Posso sentar ao pé de ti?
Aceno que sim.
-Chamo me L . E tu?
.Sou a C.
-C vou ser muito sincero contigo. Vi te a chegar á praia e não consegui tirar os olhos de cima de ti, tens uma cara gira , um corpo bastante elegante, umas tatuagens giras, e quando despis te o vestido.... que lindas mamas que tu tens.
-Não me leves a mal, mas pareces ser uma pessoa bastante interessante, por isso tive que vir aqui ter contigo e tive que dizer isto.
Confesso que fiquei um bocado assustada, mas ele tinha um ar tão inocente e sincero ao dizer aquilo,e até que me soube bem.
Agradeci a sinceridade, e deitei me outra vez e ele deitou se ao meu lado, ficamos imenso tempo de conversa acerca de imensas coisas. Pareceu me um rapaz esperto, com cultura.
A doce caricia abrasadora do sol envolvia se no meu corpo, e apesar da conversa, eu gritava por sentir a agua do mar envolta em mim.
Fomos até á agua, mergulhamos, nadamos e continuávamos a conversar. Não consegui deixar de reparar no seu corpo molhado que brilhava tão perto de mim, fiquei calada a olhar para ele, enquanto se aproximava de mim, ainda me sentia quente a agua não tinha conseguido acalmar me. De repente sinto o corpo dele perto do meu, sinto a sua mão a agarrar me pela anca e ser puxada contra o seu corpo molhado, as nossas bocas tocam se ao de leve timidamente, a sua língua toca me no lábio e entra dentro da minha boca. Beija mo nos com fervor, trocamos saliva as línguas enrolam se uma na outra, tal como os nossos corpos. Sinto as suas mãos a percorrerem o meu corpo, e a agarrar me as mamas com força, eu agarro o rabo e empurro o contra mim, e prendo com uma perna, sinto a sua masculinidade toda tesa contra mim. As ondas batem contra nós, o meu cabelo molhado envolvesse em nós os dois, ele beija me o pescoço e as mamas, chupa me as mamas, beija me a boca,o gosto salgado da sua boca. Agarro o pela mão e puxo para terra, esconde mo nos por detrás da duna, deita mo nos enrolados um no outro, não o conseguia o largar, beijava o com tanto gosto, eu torcia me toda por o sentir enrolado em mim, apalpava me as mamas com força enquanto as suas mãos puxavam a minha tanga para baixo. Fiquei toda nua e ele parou e pôs se de cócoras para me ver, disse que eu era linda e levantou se, fitou me mais uma vez e tirou os calções para baixo. O seu enorme caralho saltou num repente, lindo, grande, brilhante. Agarrei-o com força e levei a boca, beijei ,chupei, enfiei o todo na boca e chupei com força e vigor, sabia tão bem salgado a pulsar na minha boca.
Deitamos outra vez enrolados um no outro, enquanto ele me dizia ao ouvido que me queria foder, se eu o deixa me foder, deixa me foder te, e eu abri as minhas pernas, para ele enfiar a sua bela e viril pila fornicadora dentro de mim. A sua pila deslizou suavemente pela minha coninha dentro, soube tão bem senti la toda dentrode mim, e começamos a foder, os nossos corpos mexiam se com frenezim, eu toda tremia debaixo do seu corpo dourado e suado, o seu caralho entrava e saia da minha coninha com toda a força, a sua lingua a lamber e a boca chupar o meu mel lubrificante, e eu chupava o mastro fornicador. virou me de barriga para baixo e penetrou me mais uma vez. Gostas de foder minha linda? disse me L ao ouvido enquanto me fodia com toda a força. Os nossos corpos suados estavam enovelados um no outro num ritmo frenético de fornicação, os dois gemendo e tremendo, a sua pila deslizava na minha cona, as suas mãos no meu corpo a agarrarem as minhas mamas o caralho que entrava e saia da minha cona com com tanto fervor, as nossas bocas como duas ventosas que não se conseguem soltar, cheias de saliva, a mamar na boca de um do outro.
O seu masculino caralho fornicador cada vez mais rápido contra a minha cona, os nossos corpos num frenético tremor de antecipação do climax. E eis que num tremor maior que me fez gritar algo explodiu dentro de mim ; e aos poucos o ritmo dos nossos corpos começa a abrandar, ate ficarmos ali mortos e abraçados um no outro.
L beija me de leve na boca, olha para mim e diz -Logo dou te mais.
Vesti a minha tanga, ele vestiu os seus calções, e voltamos para a agua abraçados um ao outro.
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...lanço a minha mão às tuas pernas, procurando a tua cona.
ResponderEliminarAcedes a que eu lhe toque enquanto me retiras rapidamente a toalha turca.
Tiras a tua roupa. Estamos nús.
As tuas mãos massajam-me o pau, excitando-me cada vez mais. E ele cresce. Endurece.
Aproximas a boca. Bato-te com ele na cara, nos lábios. Na testa.
"Cheira-me!"
Eu meto os dedos na tua cona, que abres ligeiramente para facilitar a tarefa.
Pego na tua cabeça e baixo-a apontando-a ao meu caralho. Abres a boca e a massagem toma outro rumo.
Vais chupando. Até que me sinto a vir.
Sabes disso. Sentes isso.
www.n-igma.blogspot.com