segunda-feira, 30 de maio de 2011

domingo, 22 de maio de 2011

A professora, e o objecto de estudo pratico.

Confessions of a Bad girl




Apareces a minha frente e eu tremo.
-Estás com frio? pergunta-me; aceno que não.
Ao som de cada uma das suas palavras da sua voz, tremo ainda mais, como se tivesse medo.
-Que foi? e abraça-me com força.ao qual mais tremo.
Beija-me suavemente no rosto, e diz que o que quer que me tenha assustado, já passou.
-Estou aqui junto a ti, não tens que ter medo.
Aceno que não enquanto dirijo as minhas tremulas mãos para o seu rosto, e levemente o acaricio-o, puxo para junto do meu rosto e beijo-o.


O toque quente e confortável dos seus lábios contra os meus acalma-me. Nossas línguas e saliva acariciam-se, tocam-se, e deslizam uma na outra num longo e doce beijo.
Levo as mãos a tua nuca, e com a ponta dos dedos brinco com o teu cabelo e toco ao de leve na pele do teu pescoço e beijo-a.
Volto a tua boca, nossas línguas cada vez mais enroladas, retiro-te o chapéu da cabeça e agarro com força no teu cabelo.

   

A tua mão percorre o meu peito e procura entrar pelo decote e agarrar-me uma mama. Suspiras quando a encontras, agarras e massajas com delicia, apertando e espremendo, ora uma ora a outra. Puxas uma das
alças do vestido para baixo, e uma mama aparece. Levas o teu doce beijo par junto dela, a tua língua brinca com meu teso mamilo, dando pequenas dentadas. Dentadas essas, que me põem ofegante, tu sentes e provocas-me com uma dentada maior.
Grito e olhas para mim, uma pequena gota de sangue escorre do meu mamilo pelo meu seio.


Sento-me no teu colo de frente para ti, enquanto puxo o meu longo vestido preto para cima.
Abro o fecho das tuas calças e imediatamente algo salta cá para fora, a tua longa e tesa virilidade.
Agarro-a e brinco com ela, ao mesmo tempo que as nossas línguas brincam uma com a outra. enquanto nos beijamos com paixão, as minhas duas mãos acariciam a tua pila, com um suave toque de sobe e desce continuo, em que velocidade e toque tem tendência para a aumentar.
Completamente excitada não resisto e afasto as minhas cuecas, puxo  a sua pila de encontro a mim, e enfio-a dentro de mim.

 

Ao entrares dentro de mim soltas um gemido junto ao meu ouvido, e perguntas se quero voltar a tremer outra vez? Ao que aceno com a cabeça que sim.  

Sentada em cima dele com a sua pila dentro de mim, começo a mover as ancas para cima e para baixo, de modo a sentir o seu pau viril  a deslizar dentro da minha conhinha. Freneticamente, ele entra também nessa dança, enquanto me aperta as mamas e nos beijamos.

 

 



Começamos a mover cada vez mais rápido, eu começo a sentir, novamente, pequenos tremores em todo o meu corpo. tremo imenso cada vez que sinto a tua pila mais fundo dentro de mim, e quando o teu dedo brinca com o meu clitóris. Sinto-me a vir, a deixar de sentir o meu corpo, a deixar de ver, mas só a sentir um forte tilintar, a querer desmaiar a não conseguir respirar. Ele fode-me com tal paixão que toda eu tremo, sinto como se algo explodisse dentro de mim, ouço a arfar junto do meu ouvido.
Começo a acordar e dou conta que ambos nos viemos ao mesmo tempo.
Deixamos-nos ficar abraçados um no outro, com o seu pau dentro de mim.
Num beijo doce e guloso, levanto-me e sento-me a seu lado. 





sexta-feira, 6 de maio de 2011

Anseio

Aquele encontro rápido, em que ninguém nos pode ver.
Escondidos, beijamos com loucura com tesão, estávamos loucos, eu queria, tu querias me.
A tua mão por debaixo das minhas cuecas, o teu pau que salta, a minha mão que o agarra e o puxa de encontro e o insere dentro da minha húmida  ratinha.
Com rapidez e imenso apetite fodemos, escondidos de todos fodemos.
Fazes me vir, tu vens te dentro de mim.
Tu foges eu fujo.
Anseio pela próxima vez.


domingo, 1 de maio de 2011

Confessions of a Bad girl






O telefone começou a tocar, num sobressalto fiquei parada a olhar.
  É ele, o meu corpo todo estremeceu na antecipação do que estava para acontecer. A memoria da ultima vez que estivemos juntos, o êxtase o frenesim as fodas doidas, os dias e noites enrolados um no outro.Não consegui mexer- me, a memoria das suas mãos a estrangular-me,senti desfalecer.
 Dei um passo em direcção ao telefone e com a mão tremula agarrei o auscultador.


Era ele, aquela voz rouca do outro lado, era mesmo ele outra vez.
-Quero- te, quero muito estar contigo, vou ai ter.
Não consegui falar com a respiração ofegante, eu toda tremia. Levei uma mão ao peito e comecei a acaricia-lo com força.
-Não dizes nada? Eu ouço a tua respiração, sei que queres tanto quanto eu. Vou imediatamente para ai.
Desligou.
Larguei o auscultador e continuei a acariciar me, a ideia de ele chegar a qualquer momento deixou-me loucamente excitada. Com alguma dificuldade retirei o vestido e dirigi- me para o sofá, deitei-me no sofá e continuei a acariciar as mamas com bastante vigor, puxei do soutien e continuei as a amassar. Deito-me e sinto as cuecas todas molhadas  e começo com pequenos movimentos espasmicos na zona da pélvis.


Enfio a mão por debaixo das cuecas, sinto que estou toda molhada, começo a fazer deslizar a mão para cima e para baixo insistindo com um pouco mais de força no clitóris, acelero um pouco mais, torço e gemo baixinho. Tiro as cuecas que puxam um enorme fio do meu mel. Penetro me a mim própria com o dedo, para dentro e para fora aumentando o ritmo. Fico com a mão molhada e esfrego na mama, volto outra vez ao clitóris tilintando que me deixa numa nervosa tremedura prestes a culminar, quando toca a campainha da porta.
 Dirijo-me nua e ofegante para a entrada, rodo a chave, a porta abre-se, e ele  entra, agarrando -me com força empurra-me contra a parede encosta o seu corpo junto ao meu, sinto a sua enorme virilidade tesa. Beija-me com paixão, nossas línguas enroladas.




As minhas mãos começam a despi-lo.
Com a camisa caída no chão beijo-o o peito e o pescoço, enquanto as minhas mãos desapertam o cinto e a braguilha e puxa-lhe das calças para baixo, agarro a virilidade massajando-a, puxo as boxers para baixo, agarro a sua enorme pila e masturbo-o.
Fica louco e gemendo levanta me, empurra me contra a parede o enfia a sua grande pila dentro de mim.
Recebo-a com um louco grito que o deixa mais doido ainda, começa a foder-me com grande vigor e rapidez.
O seu caralho entra e sai da minha conhinha com imensa perfeição e ligeireza, beijamos com paixão e fervor.
Sinto o corpo a tremer começo a deixar de ouvir, ouço só os seus gemidos junto a minha orelha. A pila entra, ela sai, entra sai entra sai entra sai entra sai entra sai, minhas costas a bater contra a parede, os corpos suados,e a pila que me fode com tanta força. Começamos a sentir um enorme tremor no corpo, começo a gritar e a  gemer e a soluçar, quase a desmaiar sinto a vir-se todo dentro de mim, e venho-me eu também. Agarrada a ele,arrasta-me para o sofá onde caímos e nos deixamos ficar enrolados um no outro, completamente transpirados, em longos e melosos beijos.




Madrugada vazia

Mais uma noite vazia em que espero sozinha por ti, não apareces.
Deambulo o meu corpo nu  gelado pela casa, espreito pela janela e não te vejo. O gira discos parou de tocar,  sento- me no sofá, acendo mais cigarro e espero. Volto a janela, abro e vou para a varanda onde a forte luz do candeeiro da rua bate no meu corpo despido. Arrepiada volto para dentro e choro por não estares ali, choro por não mais poder sentir o toque da tua mão na minha pele, choro por não mais sentir os teus beijos o teu corpo entrelaçado no meu, por não sentir-te mais dentro de mim. Mais uma madrugada vazia, em que ainda sinto o teu aroma no meu corpo. Á janela o meu corpo nu reflectido pela luz ainda sente as convulsões daquelas madrugadas em branco em que fodiamos.
Sozinha nesta madrugada vazia, o meu corpo nu gela por já não te ter aqui.